Noticias da Nova Governança

06/05/2015 20:45

 

Boas Noticias sobre o Brasil e paises do BRICS "A Nova Governança"
 


Brasil decide aderir ao Banco Asiático de Investimento

O Brasil anunciou na noite da sexta-feira (27), que aceitou o convite da China para aderir ao Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (BAII) na qualidade de país fundador.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o Brasil está “bem interessado” em participar deste projeto que visa criar um fundo para financiar a infraestrutura na região asiática.

 
   
 
A declaração também apontou que a adesão não precisa de nenhuma condição adicional.
A China e outros 20 países assinaram um memorando em Pequim em outubro do ano passado, anunciando a criação do BAII. Esta organização financeira internacional, criada por iniciativa chinesa, visa dar mais apoio financeiro para o desenvolvimento da infraestrutura na região da Ásia-Pacífico.
No dia 28, o primeiro vice-primeiro ministro da Rússia, Igor Shuvalov, que está na China para assistir ao Fórum de Boao para a Ásia, anunciou que a Rússia decidiu integrar o Banco Asiático de Investimento em Infra-estrutura (BAII).
Antes do Brasil e Rússia, o Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Luxemburgo, Suíça, Turquia, Coréia do Sul e Áustria anunciram a intenção de aderir do banco como membros fundadores. Para o jornal britânico Finnancial Times, o fenômeno de os aliados dos EUA se integrarem no BAII, independentemente da pressão morte-americana, significa que os interesses comerciais são mais importantes do que a aliança com os estadunidenses.

(Fonte: Diário do Povo Online) 
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Brasil Brasil será membro-fundador do Banco Asiático de Infraestrutura a

Iniciativa deve garantir financiamento para projetos de infraestrutura 

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Brasil praticamente eliminou a pobreza extrema,

segundo Banco Mundial

País lidera redução em toda a América Latina e Caribe entre

2001 e 2013

Argentina e Rússia assinaram, nesta quinta-feira (23/04), um acordo que permite a realização de pagamentos comerciais em peso e rublo. A iniciativa, tomada em meio a dezenas de convênios na área energética, tem como objetivo fazer com que os países deixem de estar “amarrados ao dólar”, como afirmou a mandatária do país sul-americano, Cristina Kirchner.  Além do trato para pagamentos recíprocos, que visa aumentar e aprofundar as trocas comerciais entre os países, os mandatários assinaram dezenas de acordos comerciais na área energética, incluindo a construção de uma nova central nuclear e uma hidrelétrica, além do memorando para que a empresa petrolífera russa Gazprom explore petróleo no campo de Vaca Morta, principal zona petrolífera argentina.
Investimentos russos:  Com o memorando entre a empresa petrolífera Gazprom e a estatal argentina YPF para explorar petróleo no campo da Vaca Morta, a Rússia vai aportar US$ 2 bilhões na zona petrolífera, com potencial para suprir toda a demanda energética argentina, enquanto a Gazprom aportará mais US$ 1 bilhão. Também foi assinado um acordo para a construção da sexta central nuclear na Argentina por parte da empresa russa Rosatom, no valor de US$ 2 bilhões. Além disso, foi assinado memorando para o desenvolvimento da central hidrelétrica Chihuido I, de quase 700 megawatts na província argentina de Neuquén, por um montante total de quase US$ 2 bilhões.

Ler na integra em...https://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/40216/putin+e+kirchner+firmam+acordo+antidolar+para+usar+moeda+nacional+em+transacoes+comerciais.shtml

 

Nova Governança - China é Lider Global

Como a China está redefinindo a arquitetura financeira global em 2015

No fim de 2014, 21 nações asiáticas aceitaram entrar no Banco Asiático de Investimentos em Infraestrutura (BAII) liderado pela China

No mesmo instante em que, na última sexta-feira, os líderes do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de outras agências multilaterais discutiam em seu tradicional encontro de primavera como revigorar suas operações, a poucas quadras dali, num prestigiado centro de pesquisas de Washington, o ministro chinês das Finanças, Zhu Guangyao, tentava tranquilizar a plateia afirmando que Pequim não pretende substituir a ordem econômica global.

Não parecia coincidência. Na véspera do encontro das duas organizações, fundadas sob a liderança dos Estados Unidos na metade do século passado e que desde então ditam as regras das transações econômicas globais, a China festejou a adesão de 56 países - entre as quais o Brasil - ao seu novo banco de desenvolvimento.

O Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (BAII), que deverá ser lançado ainda neste ano e financiará obras no mundo todo, tem sido considerado a última tacada de Pequim para se contrapor à influência americana no FMI e no Banco Mundial.

Em outra frente, os chineses se aliaram a seus parceiros nos BRICS (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul) para criar o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), que terá sede em Xangai e deverá ser inaugurado em 2016. Os BRICS  também preparam o lançamento do Arranjo Contingente de Reservas, um fundo nos moldes do FMI para socorrer membros do bloco em dificuldades.

Paralelamente, bancos estatais da China passaram a conceder empréstimos bilionários a operações chinesas no exterior. A estratégia é mais visível na África, onde chineses têm financiado e realizado uma série de obras - entre as quais estradas, ferrovias e conjuntos habitacionais - em troca de matérias-primas.

Para os governos africanos, a parceria com os chineses se mostrou uma alternativa às lentas e complexas negociações com bancos multilaterais e países desenvolvidos, que costumam fazer uma série de exigências para liberar seus recurso

O Brasil é um dos principais interessados na reforma. Em discurso à plenária do FMI no sábado, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que a demora em concluir o processo não só frustra os membros do fundo, como ameaça sua a capacidade de operar. Ministro da Fazenda, Joaquim Levy participou das reuniões do Banco Mundial e do FMI em Washington e é favorável à reforma do fundo

O surgimento do BAII, o novo banco chinês de desenvolvimento, foi um dos principais temas discutidos nos corredores do evento da última semana em Washington. Os Estados Unidos tentaram até a última hora enfraquecer a adesão de outros países ao banco, levantando dúvidas sobre a disposição chinesa em seguir padrões internacionais sobre a concessão de crédito. Mesmo assim, até mesmo aliados próximos dos americanos - como Grã Bretanha, Coreia do Sul e Alemanha - decidiram integrar a organização, que deverá começar a operar até o fim deste ano.

Ler mais em....
https://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/04/150418_bancos_desenvolvimento_china_jf_rm

 

 

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